| Marcos 的个人资料Marcos Silveira vs. O Mu...照片日志列表 | 帮助 |
|
2008/11/25 BECK - Slip OutSabe aquele momento que vc escuta uma musica na rádio se encontra descrito na letra? Pois bem, essa música me descreve. (De uma certa forma é assustador) Nesse site tem a letra dessa música. http://www.animeblade.com.br/lyrics/?musica=1991 2008/3/21 Infantil demais pra mimInfantil demais pra mim (Letra: Marcos Silveira) Já falei para você Tudo que tinha pra falar não vou mais me estressar em vão sei que a gente já rendeu tudo que tinha para dar dessa vez não tem mais volta não sempre nada a falar Você fica a me ouvir fica muda até o fim Muito tive de aceitar mas parei pra refletir as coisas não são bem assim espero ter outra opinião no futuro, já que agora não tenho o que dizer Oras você me estranha depois, vem, diz que me ama Infantil demais pra mim (2x) Recomece onde parar Recomece onde parar (letra: Marcos Silveira) Um dia tão festivo ocorre em minha vida segunda de carnaval mesmo fora do ritmo você é tão bonita eu nunca vi nada igual Eu já te conhecia mas tudo que sentia era a vontade de te possuir e hoje eu praguejo com toda a minha ira entreguei meu coração pra ti Dominasse minha mente e um fardo de mentiras me fizestes carregar Agora estás com outro que nunca esquecestes mas que vai te abandonar quem me dera que a vida fosse simples como um jogo se perdesse e só recomeçar mas a regras são bem claras você não pode mas voltar Recomece onde parar 2007/12/28 IrreversívelRelembrando um relacionamento que acabou por causa de um passado pertinente, me peguei ouvindo CPM22 e justo essa musica.
2007/12/1 CorrentesMe vejo atrelado a correntes que me impede de seguir em frente. Pendurado nelas estou impossibilitado de tocar as pessoas que amo e na tentativa acabamos todos machucados. Cansei de lutar, vou ficar pendurado aqui e me distrair, talvez imaginar que esteja voando e esquecer só por um momento que estou preso, que machuco as pessoas que amo e que talvez, quando aprender a lidar com minhas correntes, consiga a minha liberdade. Por enquanto só peço perdão a Deus, por ainda não ter coragem de seguir em frente; aos meus pais, pelos transtornos causados; e às pessoas que venho magoando desde o inicio, aquelas que já desistiram de mim ou aquelas que ainda desistirão. Vou permanecer aqui imóvel, só o tempo necessário. 2007/8/31 Nada é como antesUm dia encontrei o meu amigo Abenas em Belém, saímos pra se distrair, tomar umas cervejas e jogar bilhar. No dia seguinte lembrei da vidinha que levávamos em Vila dos Cabanos há uns 6 ou 7 anos atrás, época na qual eu o conheci. Parecia que a vida era mais fácil naquele tempo, ou talvez as propagandas da época tentavam me vender essa idéia. Ainda me lembro, acordava umas 9 hs ao som das reclamações do meu pai e saía de bicicleta até a casa de algum amigo buscando abrigo do sol e um bate papo. Antes do meio-dia estava de volta em casa, almoçava e esperava meu pai ir pro trabalho. Então ficava assistindo TV ou jogando no meu K6-2 500 MHZ até às 18 ou 19 hs, quando eu me arrumava e saía para o cursinho, rezando para que chegasse logo o fim de semana. Nos sábados, depois da missa, sem grana e sem namorada, restava para nós nos reunirmos para ouvir o som do meu amigo Abenas em seu violão, cantando músicas de sucesso ou simplesmente zoando. Sinto falta disso, apesar de todos os problemas com meu pai e todas as dificuldades financeiras eu era feliz. Fico feliz por todos vocês, meus amigos, que hoje têm a vida tão atarefada quanto a minha. Sabemos que hoje não temos sido tão assíduos nas rodinhas de bar ou nas festas como antigamente, mais o importante e sempre podermos contar uns com os outros, como uma familia. Obrigado a todos. 2007/5/18 Adeus minha Vó...Nunca tive jeito com as palavras, principalmente para falar de alguém que me foi especial. Então decidi contar apenas o que sei sobre ela. Ainda criança, com apenas 3 anos de idade, ela perdeu sua mãe. Criada pela tia, enfrentava muitas dificuldades para estudar na ilha do marajó. Segundo ela, tinha que levar o uniforme e o material escolar na cabeça para atravessar um rio. Pessoalmente acho que ela nunca gostou muito de estudar. Cresceu, casou com meu Avô (um acreano de ascendência portuguesa que contrastava com sua pele de morena marajoara) e tiveram muitos filhos, uma "penca" de filhos. Vovô não dormia no ponto e a idade só o tornou cada vez mais perigoso, que o diga as inumeras secretárias que passaram pela casa de minha vô. Dentre muitas reuniões de familia, vários almoços de círio de nazaré e outras festas, dentre discursões com meu avô (coisas como: "Adrião, você come feito um porco"; ou coisas como: "Vê se tú se ajeita Adrião") ou outra pessoa da familia (ou de fora da familia), não havia quem não a amasse no final das contas. Essa era Maria, a mãe, a avó, a bisavó, a louca, a fofoqueira, a matriarca, a rainha, a engenheira civil, a sabe tudo. Viajou tanto pelo Brasil nesse quase um século de vida, que se lhe fosse dado pontos de milhagem, ela podia até pedir uma viagem pro espaço. Muitos apoiariam essa idéia, já que de vez em quando dava vontade de mandá-la para o espaço. Mas a vida é uma caixinha de surpresas, e Deus ontem cantou "chegou a hora de apagar a velhinha" e deu fim náquela que se intrometeu na vida de todos durante anos. Este é o fim? Creio que não, afinal sobrou todos os filhos, netos e bisnetos para lembrarem o quanto ela era legal sendo aquela pessoa que irritantemente tinha opinião para tudo, até aqueles assuntos que não correspondiam a ela. É vó, você foi demais. Até um dia... 2007/3/2 Passado impertinenteMinhas memórias não recicláveis, impertinentes, não apagam esses anos de minha vida. Por mais que eu tenha sido marcante na vida de um milhão de pessoas, sempre serei frustrado por não ter sido importante na sua vida; mero "figurante" nos filmes de sua memória. Não queria ser só um "figurante", "figurantes" não concorrem ao "Oscar". Vou seguir a minha vida, dia após dia sabendo que aquela super-produção pra mim não passou de um filme trash pra você, onde tudo acaba sem respostas. Lamentar não apaga a mágoa que trago comigo, mas ajuda a aliviar a raiva de ter jogado anos de minha vida no lixo, os melhores anos de minha vida, do tempo em que eu era "velho" ou do tempo que me tornei um "velho". impertinente é a maldita pergunta que todos insistem em fazer de como está você, se você está bem ou pra onde você foi... O que me conforta é que sempre será hora de criar outra super-produção, uma que realmente emplaque e dessa vez você tá fora do meu Set. Vai pro inferno... 2007/2/12 BelenenseE no onibus uma pedra quebra o silêncio
de um transito agitado
ou seria uma manga?
De modo algum és a menor,
já que sempre me perguntam,
mas nunca vi índios nas paradas ou nas faixas
eu moro em Belém, não no "velho oeste"
índios e garimpeiros preferem o mato
pistoleiros preferem os mortos
prefiro ver as pessoas correndo
em direção às cobertas
fugindo da chuva que cai nessa tarde
- viva à Eterna Primavera. "pai d'égua" esse entardecer.
"pai d'égua" essa cidade.
sim eu falo "égua" e não tenho vergonha.
Maravilha da baía do guajará.
É mais reta se olharmos o passado,
París dos trópicos,
Onde as torres de telefonia
tomam o lugar da torre Eiffel e
a baía substitui o rio senna
de uma forma até melhor.
A capital do estado simbolizado pela estrela
solitária no topo da faixa da bandeira,
Escondida é mais segura.
Faz-me orgulhoso de ter nascido nesse chão
obrigado Belém...
2007/1/21 Verdades sobre as baladasBalada, palavra estranha, seria referência ao consumo de drogas?... Ou talvez à violencia?
Estar na balada é como estar num banquete, uma mesa posta onde se paga somente a bebida, uma mesa cheia de sabores diferentes e onde todos admirados nos servimos.
Nesse banquete, se for bom de papo arranjar alguem é "sopa", algumas vezes engolimos "sapos", mas é perfeitamente normal.
Há quem goste de dar nó pra ir na balada, se a outra descobre, pode se tornar um grande "abacaxi" pra descascar. Por outro lado há quem "engula" isso com total naturalidade.
A balada faz parte da vida, seus pais talvez tenham se encotrado pela 1ª vez em um baile, seus avós talvez tenham se conhecido em quermesses e talvez você, na proxima balada encontre a sua cara-metade - de uma forma mais sútil (diferente dos comerciais de refrigerantes) é claro. Isso leva a pensar: a vida realmente não começou no dia em que nasci, começou quando meu pai saiu para uma festa e encontrou a minha mãe, rolou a quimica e eles se casaram, tiveram dois filhos baladeiros e o ciclo recomeça (pelo menos para minha irmã - que conheceu seu marido aonde? na balada, é lógico).
E aí? vai ficar na frente do computador? mexa-se, viva, vista-se e vá pra balada, chame os amigos, faça novos amigos. A vida é feita de surpresas, sejam elas grades ou pequenas, é a vida. 2007/1/16 Selvagensselvagens não podem ser domados a chicotadas,
Não podem viver felizes em grades,
Não podem sofrer racionamento,
Não podem mentir por obrigação,
Não podem se arrepender pelo que não fizeram,
Não podem gostar de quem não gostam,
Se optar entre a liberdade e a prisão, preferimos permanecer nas savanas,
E se der zebra? tudo bem, é o almoço de hoje.
Preso eu sou pior. |
|
|